sexta-feira, 8 de junho de 2012


Marlene, minha empregada



Essa é uma história real. Eu era bem jovem na época, tinha 16 - 17 anos. Naquele tempo, viviámos trocando de empregada, era praticamente uma pessoa diferente por mês para cuidar da casa. O motivo era que em todas meus pais viam defeitos graves: uma quebrara um vaso caro, outra fazia uma comida que era imprópria para consumo humano, pelo menos duas foram vistas roubando coisas. A maioria eram velhas feias e antipáticas, e eu não me importava muito com elas, sabia que não iriam durar muito. Isso até que chegou a Marlene.
Logo que a vi fiquei surpreso. Para começar, era jovem, devia ter uns vinte e poucos anos. E muito bonita: morena, alta, traços faciais delicados, e o mais interessante para um adolescente cheio de hormônios, um corpo escultural, cheio de curvas. Seus seios eram particularmente impressionantes, enormes, e logo percebi que ela não costumava usar sutiã, já que eles balançavam bastante quando ela andava. Era um movimento tão sensual que só de vê-la minhas "partes baixas" esquentavam.
Apesar de toda essa atração que eu sentia por ela, nunca ousei fazer nada, afinal eu era mais novo, e devia respeitá-la. Mas isso mudou em um dia chuvoso. Eu tinha faltado ao colégio porque as ruas que eu costumava usar para ir para lá (a pé) estavam alagadas. Enquanto eu estava assistindo à televisão na sala, ouvi a Marlene chegando. Ela tivera que vir para cá sob uma chuva pesada, e estava completamente encharcada, apesar do guarda-chuva. O que eu acheiótimo, pois sua blusa branca ficara quase transparente, me dando uma visão perfeita de seus peitos imensos e sem sutiã, como sempre. Ela pediu que eu trouxesse uma toalha para ela tentar se secar um pouco, mas eu apenas fiquei parado, com cara de bobo.
-Que é? - ela perguntou, parecendo um pouco desconfiada. - Por quê você...?
Então ela pareceu perceber para onde eu estava olhando, e deu uma risadinha abafada.
-Deixa de ser safado, e vai pegar a toalha!
Eu busquei a toalha e a entreguei. Ela passou o tecido na cabeça e nos braços, e então colocou a perna em cima de uma cadeira e passou a enxugá-la. Seu short curto deixava suas belas pernas à mostra, e eu olhei fixamente para suas coxas, que brilhavam um pouco por causa do reflexo da água.
Ela riu de novo, e disse:
-Melhor você não me olhar muito, você já está meio... - e apontou para minha bermuda.
Só então percebi que estava com uma ereção enorme, bem visível. Quase morri de vergonha na hora, mas decidi que seria ousado, afinal, aquilo já devia ter estragado minha reputação mesmo.
-Você de repente ficou interessada no meu pau, é?
Ela ficou vermelha feito uma pimenta, e desviou o olhar. Eu me aproximei lentamente por trás, e encostei o pênis na sua bunda. Meu coração estava batendo muito forte, nunca havia tentado fazer aquilo antes, mas ela não se mexeu nem protestou, então decidi continuar. Segurei suas belas tetas, e massageei seus mamilos. Ela soltou um suspiro e resmungou algo que não entendi, mas não me empurrou nem tentou me parar de qualquer forma, e começei a ficar mais confiante. A fiz se virar e ficar cara a cara comigo, olhei para seu belo rosto ainda muito corado, e a beijei. Por um momento fiquei com os olhos fechados, apenas sentindo nossas línguas se tocando levemente, quando senti algo me tocar na área genital. Separei nossas bocas e abri os olhos, e vi que ela agora estava passando a mão no meu pau, enquanto sorria levemente. Parece que ela agora tomou a iniciativa.
-Vamos fazer do seu jeito, então! - ela disse e piscou para mim.
Ela me empurrou para o sofá, onde eu fiquei dentado enquanto observava ela tirar lentamente a roupa, fazendo um striptease. Quando estava completamente nua, mostrando seu corpo maravilhoso em todo o seu esplendor, ela se ajoelhou na minha frente e tirou a minha bermuda devagar, revelando meu pênis ereto. Ele tem um tamanho bem normal (uns 13 cm na época, e não mudou desde então), não era lá uma ferramenta de ator pornô, mas isso simplesmente não tem importância. Ela beijou a "ponta" do meu pau levemente, a passou a lambê-lo inteiro, enquanto ele pulsava de prazer. Então ela levantou meu pênis e lambeu minhas bolas, e senti uma sensação tão intensa que era como se houvessem ondas passando pelo meu corpo, como um choque elétrico, não sei explicar bem, mas foi inesquecível. Ela voltou a dar atenção ao meu pau, e inseriu ele dentro da boca lentamente, até que estava quase inteiro dentro. Quando eu estava prestes a gozar, ela parou de fazer sexo oral e se afastou de mim, enquanto eu respirava pesadamente. Eu olhei para ela um pouco confuso por um momento, até que percebi o que ela pretendia fazer. Ela se aproximou de novo e sentou no meu colo, procurando "encaixar" nossos genitais, e quando eu notei já estávamos transando para valer. Foi incrível: ela ia para cima e para baixo com uma velocidade inacreditável, enquanto eu beijava sua nuca e lambia suas orelhas, a estimulando. Logo, nós dois gozamos, e eu inundei ela com esperma. Só consegui pensar, exausto, que agora minha virgindade era coisa do passado.
E foi assim a primeira transa da minha vida, com a Marlene. De todas as empregadas que tivemos, ela foi a que mais durou: quase um ano. E sempre que tinhámos oportunidade, voltávamos a fazer sexo. Uma história interessante é a que tenho sobre quando minha prima se juntou a nós, mas vou deixar isso para o próximo conto. Espero que tenham gostado!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Postar um comentário