sexta-feira, 8 de junho de 2012


EU TRANSEI COM O CACHORRO DA MINHA NOIVA




Voces me conhecem de meus relatos passados, por eu estou aqui na casa dos contos a mais de 5 anos, colocando meus relatos em que eu e aminha esposa transamos com nossos cães, e de amigos que me pedem para eu descrever da maneira em que me contam com as minhas palavras.
Estou nessa de zoofilia a mais de 28 anos, aqui em meu sitio eu tenho 4 cães maravilhosos que as vezes convidamos amigas para passarem fins de semana aqui ou em feriados prolongados, estou a contar o que nos ocorreu no feriado de carnaval com 5 amigas que vieram de SP E foi uma delicia ver elas engatadas com nossos amiguinhos de 4 patas. Ai está um relato em que um amigo me enviou.
Oi Franco tudo bem?
Olha vc sempre está colocando muitosrelatos das suas amigas que ti enviam. Eu também criei coragem pra relatar o que ocorreu comigo e com a minha noiva. O que me incentivou a fazer isso foi devido a um comentário em um dos seus relatos da Lady Diva, em que ela fala que, o que a incentivou e lhe deu coragem de descrever o que também ocorreu com ela foi devido aos seus relatos, e estou eu aqui também.
E lendo os seus relatos reais e verídicos que confiei em lhe enviar estes fatos que aconteceu entre eu e a minha noiva na época.
Eu me chamo Fábio, moreno claro alto e simpático e agora estou com 32 anos. Na época eu estava noivo e claro, pretendíamos casar naquele ano, ela se chama Lucia, branca, olhos azuis e seios médios, coxas grossas e uma bunda que realça e define o seu corpo.
Desde adolescente eu via nas ruas cães engatados, aquilo me dava uma sensação estranha, tipo tesão. O tempo foi passando e com a net aguçou mais minha curiosidade sobre o assunto, vendo fotos, filmes mesmo curtos me dava tesão e principalmente lendo relatos. Mais os que em chamavam mais a atenção eram e são os seus relatos e também de outro que escreve muito o Zoofiliadog, e também de algumas mulheres que descrevem suas aventuras, sei que na grande maioria são fictícios e fantasias.
Então, mesmo com todas essas informações nunca me passou pela cabeça uma relação com cães, eu só achava que não tinha coragem para o ato em si. Mais sabe que as circunstâncias mudam que tudo depende da situação e do momento.
A minha noiva devido a sua família ser religiosa e da sua formação, ela era um pouco arredia com certas coisas, apesar de a gente ter uma relação sexual normal, e isso depois de muito tempo. Mais nada de diferente, era tudo dentro dos conformes podemos dizer assim. Até aquele dia...
A Lucia morava umas três quadras de minha casa, e como era sábado tínhamos combinado pra sair juntos, cheguei a casa dela e o cachorro que eles tinham veio me fazer festa, ele já me conhecia e se chama Bidu. Ele é da raça SDR, mais de porte grande, marrom e forte.
Entrei e fiquei esperando ela na sala, como os pais dela e as irmãs dela tinham ido à igreja estávamos sós eu e ela, e resolvemos ficar nos esquentando ali no sofá, daí o Bidu entrou na sala fazendo festa querendo carinho, e de repente como ela estava de saia levantada e com certeza exalando odores de sexo o cachorro foi no meio das pernas dela e lhe deu uma lambida.
-- Sai fora Bidu, tá louco é? Querido me desculpe, eu tranquei tudo, ele deve ter entrado pela porta da cozinha. Vi que o seu rosto ficou vermelho constrangida.
-- Deixa pra lá, foi bom ele ti agradar assim.
-- você também é? Olha que eu ti ponho pra fora também.
E rimos com a cena.
È claro que eu fiquei super excitado com tudo aquilo, foi uma coisa momentânea que eu não esperava, mais que me deu um tesão desgraçado. Com relação à Lucia, ela ficou diferente, ruborizada, depois disso mudou de atitude. Diferente mesmo de quando cheguei. Notei que ela ficou mais acesa, mas eu não comentei nada. Pelo meu lado fiquei excitado é claro, e depois logo saímos direto pra um motel.
Franco, no motel a Lucia estava com mais tesão, diferente das vezes anteriores, em que eu queria fazer posições ousadas,ou até lamber a sua boceta e ela sempre se afastava, ela dizia que isso era nojento, e me deixava as vezes até chateado. Mas não só ela Franco, eu também, não me saia da cabeça a ousadia do Bidu que tentou lamber o meio das suas pernas. Depois que metemos deliciosamente voltei ao fato do cachorro dela, eu queria perscrutar o que ela achava e porque estava diferente na cama.
-- Amor, você estava diferente hoje, mais gostosa. Eu gostei mais de vc assim.
-- Você notou vc também estava sabia? Mas pra ti dizer a verdade querido eu estava à mesmas coisas das outras vezes.. Só um pouco com mais... Tesão como vc fala.
-- Aconteceu alguma coisa? Será que não foi seu cachorro que lambeu a sua calcinha?
-- Vc pirou? Isso é pecado, quem faz isso vai purgar no inferno viu.
-- Amor, falei rindo. Se sexo é pecado e as suas formas, porque então Nosso Pai colocou isso para os homens?
-- Eu não sei ti responder. Mais que é pecado é.
-- Então o que acabamos de fazer foi pecado? Afinal nem casados somos, então...
-- Assim é diferente.
-- Sabe, eu tenho um casal de amigos que transam com cães há muito tempo, e ele me contou que mesmo quando a sua esposa estava grávida ela nunca deixou de fazer isso.
-- Querido, e vc acreditou nisso? È mentira, ninguém faz sexo com cachorro.
-- Querida, pesquisa na net pra vc vê. Tem muita coisa sobre isso.
Ela não comentava nada, estava curiosa e prestando atenção as minhas palavras. Franco observei que a Lucia estava curiosa e não mais me contestava, só ouvia.
-- E esse seus amigo, a esposa dele faz de tudo com o cachorro?
-- Sim faz, ela fica até engatada com eles.
-- Credo, que horror. Como pode?
Bem Franco, a Lucia com mais acesa, com mais tesão que depois metemos outra vez, o que nem era normal. Mais ela admitiu que estava excitada por causa do assunto que estávamos conversando.
Então numa quinta-feira ela me ligou no meu trabalho, o que foi ate uma surpresa, ela não fazia isso sempre.
-- Querido, vamos nos encontrar a noite? Quero conversar sobre aquele assunto.
-- Que assunto?
-- Você sabe o do seu amigo.
-- Que amigo? (Eu já tinha até me esquecido pra dizer a verdade). – Ahhhhh sim. Tudo bem.
Meu amigo Franco. Passei o resto da tarde pensando nisso, até quando nos encontramos.
-- Amor ontem eu não fui à igreja. Fiquei só em casa, e fiz o que vc disse. Pesquisei na net... Querido, que loucura!
Eu também estava curioso com tudo aquilo, mais o assunto aguçou-lhe a mente.
-- O que vc viu na net sobre o assunto?
-- Tudo, fotos, filmes e até relatos de zoofilia.
-- E o que vc achou de tudo isso?
-- Amor... Eu estou até com vergonha de ti dizer.
-- Pode dizer querida. Você ficou com tesão? Confessa...
Eu disse rindo. Ela demorou um pouco pra responder.
-- Sim, fiquei e muito é claro.
Aquilo franco me acendeu a mente, e deu-me a chance de ir mais a fundo.
-- E você teria coragem de transar com o Bidu?
-- Não sei. Mais que deve ser bom... Acho que é muito.
-- O que vc acha de um dia a gente tentar?
-- E você transaria com um cachorro? A Lucia perguntou me olhando nos olhos.
-- Sim, e porque não? É claro que transaria.
E depois contei pra Lucia que desde quando eu era criança eu me excitava e me masturbava quando via os cães engatados na rua. Depois que via filmes na net e que até os relatos me excitavam.
-- E você já tentou fazer isso?
-- Sim já, uma vez.
-- Como?
-- Eu masturbei um cachorro na casa de minha tia, e ele gozou na minha mão.
-- Serio mesmo?
-- Sim.
Então a abracei, os bicos dos seios dela estavam duros quando os apalpei, quando passei a minha mão no meio de suas pernas por debaixo de sua saia, ela estava com a calcinha úmida de tesão.
-- Amor vamos tentar alguma coisa com o seu cachorro?
-- Ummm... Não sei, Ainda estou insegura.
E o assunto ficou por aí, mais a Lucia tinha mudado, aceitou com carinho e tesão o fato de se transar com cães com naturalidade.
No outro dia ela me ligou outra vez no trabalho pra nos encontrar-mos a noite. Com certeza o assunto seria zoo. As coisas que ela viu na net mexeu com a sua cabeça. E isso me excitava mais ainda.
À noite a Lucia foi direto ao assunto.
-- Amor, eu quero mais tenho medo.
-- Do que vc tem medo? De ser feliz com novas portas pro prazer?
-- Também. Coisas novas nos dão medo querido.
Eu fiquei de pau duro com o sim dela.
-- Mas com uma condição.
-- Que condição Lucia?
-- Eu quero ver cv transar primeiro. Assim me dá coragem.
-- Tudo bem... Eu quero é ver essa coisa gostosa engatada com um cachorro.
E passei a mão na boceta dela por cima da calcinha.
-- Seu safado depravado. Se estava bom eu a ver-la metendo com um cachorro, imagine eu então com o apoio dela? Depois combinamos em um sábado. Os pais dela iam fazer um intercâmbio em outra cidade com toda a igreja, e só voltariam tarde da noite.
-- E como vc vai fazer pra não ir junto?
-- Deixa comigo que eu vou dar um jeito. Mais vc sabe o trato... Quero ver vc primeiro.
-- Não esquenta, eu também quero e até mais do que vc. E a beijei gostoso.
No sábado como combinamos fui à casa dela, como todos saíram e só ficou ela, teríamos o dia todo só eu e ela.
Franco, eu estava com tanto tesão, que nem bem entrei na casa e já fui lhe agarrando ali mesmo no portão, depois que entramos a deixei nua e fui de boca na boceta dela, dessa vez ela nem tirou o meu rosto como das vezes anteriores. A Lucia estava ensopada, ela estava na expectativa de me ver engatado, e isso a excitava cada vez mais.
-- Querido, eu não quero gozar na sua boca... Ainda.
-- Então vai lá fora e traz o Bidu.
A Lucia sumiu e voltou depois com o cachorro segurando pela coleira. O meu pau estava duro como uma pedra de tesão. No começo comecei masturbar ele, e o Bidu já ficou aceso.
A Lucia via sentada no sofá se masturbando. Ela veio pra perto de mim e me deu um beijo gostoso, depois colocou um dos seios em minha boca.
-- Querido, estou com muito tesão.
-- Eu também querida.
Peguei o meu pau e chamei o cachorro pra lamber, ele lambeu a minha glande que me deu arrepios nas costas, depois disso começou fazer gestos de querer trepar em mim e de vez em quando ia até a Lucia que estava ao meu lado sentada no tapete. Daí a minha noiva não resistiu, e sentou no sofá e chamou o Bidu pro meio das pernas dela. Aquilo foi demais pra mim. A minha noivinha ali toda recatada deixar o cachorro enfiar a língua em sua boceta.
-- Querido. Você vai o deixar comer vc? Eu não tenho coragem dele enfiar essa coisa em mim. Agora não.
Ela nem precisou ordenar, passei a mão no pau do cachorro e ele veio pro meu lado. Depois Franco, eu fiquei de joelhos e levantei a minha bunda pra cima. Foi quando o Bidu veio atrás de mim e subiu me apertando com as patas, depois começou a socar fundo.
Franco, não é questão de ser hetero ou não, isso é bobagem de machistas e de preconceituoso, o que importa é nós fazer-mos e realizar-mos o que gostamos.
E o Bidu continuava a socar o pau em minha bunda, tentando encontrar o meu cuzinho. A minha noiva ao meu lado assistindo tudo com os dedos na boceta e com a outra mão alisando o seu clitóris.
E foi que o cachorro me acertou num tranco só, e depois me enfiou com tudo. Que delicia meu amigo sentir aquele pau dentro me invadindo. Depois de uns minutos ele parou em minha costa ofegante, mais o nó dele estava preso dentro de mim. O meu cu segurava aquele nó que crescia dentro e pulsava, O nó começou sim a aumentar de tamanho, e por ser a minha primeira vez, senti o nó me abrir por dentro tomando todos os espaços do meu reto, e junto uma dor incrível como se eu estivesse perdendo a virgindade, o que na realidade eu estava mesmo. Mais a dor era gostosa era dor de prazer.
-- Está doendo amor?
-- Só um pouco querida. Mais é muito bom isso dentro.
Com cuidado pra não me machucar, o Bidu foi virando de lado, e ficamos engatados bunda com bunda, o rabo dele nas minhas costas.
A minha noiva ficou doida de tesão, nem sei onde ela viu aquela posição louca, mais eu gostei. Como o cachorro estava preso no meu cu, ela foi por baixo e com dificuldade encaixou o pau na sua boceta ensopada, ela colocou uma almofada embaixo da bunda pra dar a altura certa e não me machucar.
Na posição que eu estava nem podia me movimentar, porque qualquer movimento o nó dele dentro de mim me abria mais e doía até. Mais ela ia se mexendo subindo e descendo.
Franco, com certeza vc já fez assim. Eu estava com um nó no meu cu meu pau na boceta de minha noiva.
Uns 20 minutos depois acho eu, o nó amoleceu e desengatou de mim, muita porra escorreu de dentro quando ele saiu, principalmente pelas minhas pernas, na posição que eu estava com um pau enterrado na boceta da Lucia enchi-a de muita porra, até esquecemos do preservativo. Agora imagine... Eu com o cu cheio de porra e ela com a minha na boceta.
Franco mais foi tanta porra mesmo que eu recebi em meu rabo, que quando fui ao banheiro parecia que eu estava mijando pelo cu. Mais de uma coisa eu ti falo, gozei e ela idem muito mesmo


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